30 November 2008
29 November 2008
28 November 2008
vox populi II
"Los bancos parecen yonkis apuntándose a programas de desintoxicación pidiendo metadona estatal"
comentário de um leitor do Expansión
comentário de um leitor do Expansión
15 November 2008
4 November 2008
museo efémero
Estou fascinada.Há um ano que comecei a "coleccionar" graffitis... Lisboa, Madrid, Paris, Nova York, Valencia (e uns lindos em Murcia, que não fotografei, mas que ficaram gravados na memória).
Creio que têm um potencial poético enorme.
Faço as pazes com Lisboa.
Mais aqui
1 November 2008
31 October 2008
29 October 2008
22 October 2008
vox populi
"En mi opinion al paso que vamos en poco tiempo todo occidente sera marxista, pero de los hermanos Marx."
comentário de um leitor do Expansión
O artigo em questão, publicado na edição on-line do Expansión, entitula-se "FMI: La banca española debería considerar la entrada del Estado en el capital". Cada vez dedico mais tempo a ler o que as pessoas escrevem nas caixas de comentários, do que a ler as notícias propriamente ditas. Parece-me mais elucidativo.
12 October 2008
29 September 2008
sabedoria popular vs. mercados financeiros
700 mil milhões e um pouco de samba
Meu Deus mas para que tanto dinheiro
Dinheiro só pra gastar
Que saudade tenho do tempo de outrora
Que vida que eu levo agora
Já me sinto esgotado
E cansado de penar, meu Deus
Sem haver uma solução
De que me serve um saco cheio de dinheiro
Pra comprar um quilo de feijão
Me diga gente
De que me serve um saco cheio de dinheiro
Pra comprar um quilo de feijão
No tempo dos "derréis" e do vintém
Se vivia muito bem, sem haver reclamação
Eu ia no armazém do seu Manoel com um tostão
Trazia um quilo de feijão
Depois que inventaram o tal cruzeiro
Eu trago um embrulhinho na mão
E deixo um saco de dinheiro
Ai, ai, meu Deus
Beth Carvalho, "Saco de Feijão"
Dinheiro só pra gastar
Que saudade tenho do tempo de outrora
Que vida que eu levo agora
Já me sinto esgotado
E cansado de penar, meu Deus
Sem haver uma solução
De que me serve um saco cheio de dinheiro
Pra comprar um quilo de feijão
Me diga gente
De que me serve um saco cheio de dinheiro
Pra comprar um quilo de feijão
No tempo dos "derréis" e do vintém
Se vivia muito bem, sem haver reclamação
Eu ia no armazém do seu Manoel com um tostão
Trazia um quilo de feijão
Depois que inventaram o tal cruzeiro
Eu trago um embrulhinho na mão
E deixo um saco de dinheiro
Ai, ai, meu Deus
Beth Carvalho, "Saco de Feijão"
22 September 2008
21 September 2008
nós é mais bolos [breve parêntesis sobre a passagem dos portugueses no Japão]
in "O Culto do Chá", Wenscelau de Moraes
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